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PROJETO
DE PESQUISA: “DIGA NÃO AO BULLYING”
Farroupilha/RS
ABRANGÊNCIA:
15 escolas da Rede Municipal de Ensino, séries finais do
Ensino Fundamental;
107 turmas de 5ª a 8ª série
2384 questionários respondidos
INSTRUMENTO:
Questionário com perguntas fechadas
APLICAÇÃO:
06 de julho de 2007
EXECUÇÃO: Departamento de Estatística
da SMECD
Denise Paula Colombo
Simone Miorelli
Rosane Kohl Brustolin
Conclusões do Projeto de Pesquisa: “Diga Não
ao Bullying”
no Município de Farroupilha
O fenômeno
BULLYING está presente nas escolas da Rede Municipal, uma
vez que 79,2% dos alunos afirmam ocorrerem casos de intimidações
freqüentes sem motivo aparente. Entretanto, 20,8% dizem que
não ocorreu semelhante situação.
A maioria, 71,7%
respondeu ser testemunha, apenas vendo o fato ocorrer sem ter participação.
Os que tanto já tiveram atitudes agressivas como foram vítimas
totalizam 16,8%. O índice de 7,6% aplica-se aos que dizem
ter sido alvo das agressões, ou vítimas. Apenas 3,9%
dos alunos se reconhecem agressores.
A saída
é o local ou momento onde a situação ocorre
com mais freqüência, segundo a opinião de 77,1
% dos alunos. O segundo local de maior incidência, com 68,5%
das opiniões, é o recreio ou intervalo das aulas.
Na chegada ocorrem 19,9% das situações, enquanto que
na Internet ocorrem apenas 2,9% das situações.
Em 33,5% dos
casos não houve intervenção de um adulto para
que as atitudes agressivas parassem. Nos casos em que houve intervenção,
em 52,1% foi de um professor; 9% de familiar e 5,4% de funcionário.
Quanto às
atitudes agressivas mais freqüentes, 70,3% afirmaram ser: dar
apelidos, “pegar no pé”, gozar, rir do tipo físico;
para 52,8% dos alunos as atitudes mais freqüentes são:
perseguir, encarar, amedrontar, agredir com palavras; 40,2% afirmam
ser: chamar de bicha ou “sapatão”; 38,4% afirmam
ser: agredir fisicamente, roubar ou quebrar objetos do colega; 20,5%
afirmam ser: ignorar, isolar, não aceitar opiniões;
15,4% apontam atitudes racistas.
Questionados
se acham que um adulto deve intervir em situações
dessa natureza para que as agressões cessem, 88,3% afirmam
que sim e 11,7% responderam não.
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